Sustentabilidade

O Banco da Amazônia acredita que o empreendedorismo consciente, que gera riqueza utilizando os recursos naturais em parceria com a natureza, é a melhor opção para garantir os melhores negócios, o bem-estar da população, atual e futura e que, por isso, devem ser apoiados com prioridade por nossos serviços financeiros. A concretização desse novo paradigma de desenvolvimento só será possível com práticas cotidianas de Responsabilidade Social Empresarial, o que leva o Banco da Amazônia pautar suas ações considerando não apenas os interesses dos seus acionistas, mas também as das pessoas que formam a empresa, dos setores governamentais e não-governamentais, da comunidade onde atua, do meio ambiente, enfim da sociedade como todo.

A Página de Sustentabilidade do Banco tem por objetivo prestar contas, junto aos públicos de interesse (stakeholders), de suas ações de responsabilidade corporativa e, assim, manter relacionamentos duradouros, transparentes e consistentes com Acionistas e Investidores, Governo, Sociedade, Comunidade, Clientes, Colaboradores, Fornecedores e Meio Ambiente.


O Banco da Amazônia atua alinhado às políticas, planos e programas do Governo Federal para a região, dentre as quais destacamos a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e o Plano Amazônia Sustentável (PAS).

No apoio ao processo de desenvolvimento regional, utiliza os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), do Fundo da Marinha Mercante (FMM), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Orçamento Geral da União (OGU) além de recursos próprios e de recursos captados no mercado.

Os planos e programas do governo federal para a Amazônia são fortalecidos pelos produtos e serviços do Banco da Amazônia, que juntos promovem a melhoria dos padrões de produção e de qualidade de vida da população amazônica, com redução nas desigualdades intra e inter-regionais.

Política Nacional de Desenvolvimento Regional - PNDR

A redução das desigualdades regionais deve ser é um dos objetivos fundamentais a ser alcançada para a obtenção de um desenvolvimento mais equilibrado, sua relevância é tamanha que inclusive consta na Constituição de 1988. O Governo Federal reiterou a determinação constitucional adotando a redução das desigualdades como um dos eixos centrais da estratégia de desenvolvimento do País.

A Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) tem o duplo propósito de reduzir as desigualdades regionais e de ativar os potenciais de desenvolvimento das regiões brasileiras. O foco das preocupações incide sobre a dinamização das regiões e a melhor distribuição das atividades produtivas no território.

 

 

Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA)

A Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) do Banco da Amazônia S/A está diretamente assentada nos termos estabelecido na Resolução CMN/BACEN nº 4.327, de 25 de abril de 2014, a qual visa acompanhar a dinâmica dos processos de transformação da sociedade, através da integração harmônica dos pilares do desenvolvimento sustentável: social, econômico e ambiental.

 

Tem por objeto estabelecer os princípios e as diretrizes que nortearão as ações socioambientais no âmbito dos negócios do Banco, no relacionamento com as partes interessadas e na estrutura de governança, incluindo diretrizes para prevenção e gerenciamento dos riscos, dos impactos e das oportunidades socioambientais na área de influência da Instituição;

 

Formalizar e divulgar a estratégia e o compromisso do Banco em relação à sustentabilidade e à responsabilidade socioambiental perante seus empregados e a sociedade de um modo geral;

 

Orientar as ações do Banco e suas políticas, programas e agendas institucionais correlatas, perpassando por toda a estrutura organizacional e unidades hierárquicas, as quais deverão observar tanto a aderência aos princípios e diretrizes desta Política, quanto aos compromissos voluntários e índices de sustentabilidade aplicáveis no desenvolvimento de suas atividades e processos, considerando as necessidades específicas e os aspectos legais e as regulamentares a que estão sujeitas.

 

A Política guarda observância aos princípios legais de relevância, eficiência e proporcionalidade, bem como aos valores institucionais considerados fundamentais para o desenvolvimento sustentável, na condição de banco de desenvolvimento regional e na aplicação do crédito e em seus processos de trabalhos internos, a fim de alcançar um desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações e um desempenho igualmente sustentável.

 

Política Geral de Contratações do Banco da Amazônia

A participação do setor financeiro na busca do desenvolvimento sustentável junto às sociedades em que atuam é significativa. Os Bancos, como financiadores e, muitas vezes, como viabilizadores de projetos, têm o poder de influenciar o comportamento de tomadores e poupadores de recursos e da economia como um todo.

 

As compras e licitações possuem um papel estratégico para os órgãos públicos e, quando adequadamente realizadas, promovem a sustentabilidade nas atividades públicas. Para tanto, é fundamental que os compradores públicos saibam delimitar corretamente as necessidades da sua instituição e conheçam a legislação aplicável e características dos bens e serviços que poderão ser adquiridos visando maior eficiência nas aquisições realizadas.

 

Visando atender com excelência a legislação em vigor e os compromissos firmados para cumprimento de sua Missão, o Banco da Amazônia elaborou a Política Geral de Contratações, o qual traça as principais diretrizes na relação da instituição com seus fornecedores.

 

A Política tem como objetivo estabelecer os princípios e as diretrizes estratégicas que nortearão o processo de compra e de contratações de bens e serviços observando ações socioambientais a ser considerado em todas as atividades do Banco da Amazônia. Destacar os valores e a cultura do Banco da Amazônia observando os valores das responsabilidades econômico, social e ambiental (ESA), objetivando que as contratações sejam realizadas ao desenvolvimento nacional sustentável, de acordo com ações da Administração Pública Federal, fomentando práticas mais sustentáveis, voltadas à construção de uma sociedade economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente sustentável.  

A expressão “sustentabilidade” se encaixa perfeitamente na definição do Relatório de Brundtland “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”.

Desenvolvimento Sustentável

Para o Banco da Amazônia é o processo no qual ganha a sociedade, ganha a empresa e ganha o meio ambiente, visto ser construído sobre três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores — desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental.

Responsabilidade Empresarial

É o conjunto de boas práticas econômico-financeiras, sociais e ambientais voltadas para contribuir com o processo de Desenvolvimento Sustentável.
A empresa comprometida com o processo de Desenvolvimento Sustentável é aquela que acredita que desenvolvimento econômico e lucro não são incompatíveis com altos padrões de responsabilidade política, social cultural e ambiental e que seu fortalecimento, sua rentabilização, a criação de valor para o cliente, acionistas e sociedade são contribuições essenciais na busca da indução desse novo padrão de desenvolvimento.

Declarações Estratégicas

MISSÃO:  

Desenvolver uma Amazônia Sustentável com crédito e soluções eficazes.

VISÃO: 

Ser o principal Banco de fomento da Amazônia, moderno, com colaboradores engajados e resultados sólidos.

VALORES INSTITUCIONAIS:

  • Integridade – Ética e Transparência;
  • Meritocracia;
  • Desenvolvimento sustentável;
  • Valorização do cliente;
  • Decisões técnicas e colegiadas;
  • Eficiência e inovação;
  • Comprometimento com o resultado e a gestão de riscos.

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) 

A Organização das Nações Unidas promoveu, em setembro de 2000, a Assembléia do Milênio, a reunião de chefes de Estado e de governo de maior magnitude jamais realizada: 191 delegações estavam presentes, 147 delas lideradas por suas autoridades de mais alto escalão. O debate resultou na aprovação da Declaração do Milênio, que reconhece que o mundo já possui a tecnologia e o conhecimento para resolver a maioria dos problemas enfrentados pela população pobre e pelas minorias. Até então, no entanto, tais soluções não foram implementadas na escala necessária. O estabelecimento destes objetivos representa uma grande realização da comunidade internacional, visto que são mensuráveis e temporalmente delimitados.

1. Erradicar a extrema pobreza e a fome.

2. Atingir o ensino básico universal.

3. Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres.

4. Reduzir a mortalidade infantil.

5. Melhorar a saúde materna.

6. Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças.

7. Garantir a sustentabilidade ambiental.

8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.

A partir destes oito objetivos internacionais comuns, 18 metas e 48 indicadores foram definidos para possibilitar uma avaliação uniforme dos ODMs nos níveis global, regional e nacional.

 

Estratégia

O Planejamento Estratégico é uma das principais ferramentas utilizadas para ajustar a estratégia de longo prazo às mudanças do mercado, quais sejam, econômicas, tecnológicas, regulatórias, entre outras que afetam a condução da estratégia e passam a exigir, da parte do Banco, uma nova postura frente aos novos desafios visando o cumprimento da Missão e o alcance da Visão da Organização.

A nova proposta estabelece o posicionamento estratégico do Banco em desenvolver uma Amazônia sustentável com crédito e soluções eficazes (Missão) e ser o principal Banco de fomento da Amazônia, moderno, com colaboradores engajados e resultados sólidos (Visão), pautado nos valores institucionais, direcionando e priorizando os esforços organizacionais no que agrega valor ao negócio.

 

Agenda 21

A iniciativa de se construir a Agenda 21 do Banco da Amazônia visa, sobretudo, alinhar as suas ações à Agenda 21 Brasileira e, com isso, induzir o desenvolvimento sustentável na Amazônia ao longo do séc. XXI.

O documento apresenta os compromissos firmados, especialmente aqueles realizados junto ao Ministério do Meio Ambiente com a adesão ao Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental, os desafios a serem vencidos e as contribuições do Banco para a consecução da Agenda 21 Brasileira.

 

Plano Banco da Amazônia pela Sustentabilidade 2011-2022

 A Diretoria do Banco da Amazônia aprovou Plano Banco da Amazônia pela Sustentabilidade, que estabelece diretrizes a serem realizadas pela organização para aprimorar suas ações de estímulo ao desenvolvimento sustentável a serem desenvolvidas no curto, médio e longo prazo, em consonância com as boas práticas de sustentabilidade e as políticas/programas do Governo Federal.

 

Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental dos Bancos

Em 1° de agosto de 2008, o Banco da Amazônia assinou, juntamente com os demais bancos públicos Federais e o Ministério do Meio Ambiente, o Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental para que os signatários, por meio de esforço comum, possam empreender políticas e práticas bancárias que sejam precursoras, multiplicadoras, demonstrativas ou exemplares em termos de responsabilidade a partir da atualização dos compromissos previstos no Protocolo Verde de 1995.

pdf bt peq - Protocolo de Intenções

 

Política de Responsabilidade Socioambiental

A Política de Responsabilidade Socioambiental do Banco da Amazônia visa acompanhar a dinâmica dos processos de transformação da sociedade, através da integração harmônica dos pilares do desenvolvimento sustentável: social, econômico e ambiental.

 

Tem por objeto estabelecer os princípios e as diretrizes que nortearão as ações socioambientais no âmbito dos negócios do Banco, no relacionamento com as partes interessadas e na estrutura de governança, incluindo diretrizes para prevenção e gerenciamento dos riscos, dos impactos e das oportunidades socioambientais na área de influência da Instituição.

 

 

Apresentação

O Banco da Amazônia incorporou a preocupação com o desenvolvimento sustentável em sua Missão e em sua estratégia de longo prazo traduzida nos compromissos firmados com a Agenda 21 Brasileira, buscando conciliar o social, o econômico e o ecológico num conjunto de ações integradas que possam levar a sociedade amazônica a níveis de evolução jamais atingidos pelas estratégias fragmentadas de desenvolvimento até então praticadas. Dessa forma o Banco além de ser executor das Políticas, Planos e Programas de Governo, torna-se uma Instituição indutora e formuladora ativa do processo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia.

Dimensão Econômico-Financeira

A idéia central dos compromissos firmados nessa Dimensão é contribuir com a Agenda 21 Brasileira, na busca de aliar crescimento econômico-financeiro com redução das desigualdades sociais na Amazônia, a qual será facilitada com melhorias na infraestrutura, integração social e avanços na sustentabilidade da agricultura.

Assim, para acelerar e intensificar sua contribuição nessa dimensão o Banco da Amazônia assume compromissos com a sociedade e seus clientes:

Compromissos com a Sociedade

• Financiar o desenvolvimento com sustentabilidade, por meio de linhas de crédito e programas que promovam a qualidade de vida da população, o uso sustentável dos recursos naturais e a proteção ambiental;
• Aprimorar continuamente o portfólio de produtos e serviços bancários destinados ao financiamento de atividades e projetos com adicionalidades socioambientais;
• Criar mecanismos que permitam oferecer condições diferenciadas de financiamento (taxas, prazos, carências, critérios de elegibilidade, etc.) para projetos com adicionalidades socioambientais;
• Orientar o tomador de crédito de forma a induzir a adoção de práticas de produção e consumo sustentáveis;
• Identificar oportunidades de negócios na Amazônia apoiado em um novo modelo de negócios baseado na segmentação de clientes;
• Fortalecer a atuação institucional, a gestão e acompanhamento da transformação estratégica voltada para rentabilidade e a indução do desenvolvimento sustentável da Amazônia;
• Intensificar a busca por novos padrões de financiamento através da otimização de funções negociais, em particular crédito e tecnologia da informação;
• Fortalecer alianças institucionais;
• Induzir empreendimentos e atividades econômicas geradoras de postos de trabalho;
• Ampliar o acesso ao crédito para os segmentos de baixa renda, microempresários e pequenos empreendedores;
• Ampliar o estímulo financeiro que vem dando à agricultura familiar e ao turismo rural e ecológico;
• Incentivar projetos voltados para eficiência da matriz energética, especialmente aqueles voltados para combater as perdas no uso de energia elétrica; e
• Desestimular atividades relacionadas com os setores eletrointensivos, em especial os que utilizam ferro-gusa.

Compromissos com os clientes

Os compromissos a seguir buscam orientar a ação do Banco para satisfazer às necessidades do cliente, em especial aqueles empenhados em adotar práticas de Desenvolvimento Sustentável em seus negócios.

• Fundamentar as estratégias de relacionamento na segmentação de mercado e encarteiramento a fim de agilizar o atendimento e orientar a oferta de produtos, serviços e canais;
• Construir soluções flexíveis para consolidar parcerias em negócios sustentáveis;
• Aumentar a capilaridade em todo o território amazônico, por meio de canais físicos e virtuais; e
• Intensificar o diálogo com os diversos segmentos da sociedade, fortalecendo o posicionamento e a marca corporativa.

Dimensão Social

O processo de sustentabilidade tem como promotor o capital social. Dessa forma, os compromissos com o público interno buscam fomentar o desenvolvimento integral das pessoas como alavanca central para o cumprimento da Missão do Banco.

• Aprimorar o Programa de Desenvolvimento Humano (PDH);
• Contribuir na formação de novos líderes no Banco, por meio de um processo contínuo de captação e identificação de valores;
• Aperfeiçoar o plano de cargos, carreiras e salários e uma política de avaliação, voltados para o pleno desenvolvimento da carreira das pessoas e às necessidades da Organização; e
• Intensificar o programa de qualidade de vida voltado para o bem-estar, à motivação dos empregados e à eficácia do Banco.

Dimensão Governança Corporativa

Busca reduzir os custos financeiros e administrativos e os riscos inerentes às atividades bancárias que, no caso do Banco são mais acentuados, pois tem em sua Missão o compromisso com o desenvolvimento sustentável da Amazônia, a Organização se compromete a:

• Informar, sensibilizar e engajar continuamente as partes interessadas nas políticas e práticas de sustentabilidade do Banco;
• Promover a harmonização de procedimentos, cooperação e integração de esforços entre as organizações signatárias do Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental;
• Desenvolver um modelo de abordagem padronizado para levantar informações socioambientais junto aos clientes;
• Intensificar o relacionamento transparente com acionistas, investidores e profissionais do mercado de capitais;
• Avançar na formulação e implementação da gestão de riscos e controles internos em atendimento às exigências e prazos do Acordo de Basiléia II; e
• Implementar constantes melhorias nos procedimentos e qualidade da gestão do Conselho de Administração.

Dimensão Ambiental

A idéia central é o alinhamento com a Agenda 21 Brasileira no que tange à definição e execução das políticas e programas governamentais voltados para melhorias na gestão dos recursos naturais da Amazônia e da sustentabilidade nas cidades da Região, apoiadas em avanços na área de ciência e tecnologia para a sustentabilidade. Assim, o Banco da Amazônia assume os seguintes compromissos:

• Considerar os impactos e custos socioambientais na gestão de ativos (próprios e de terceiros) e nas análises de risco de clientes e de projetos de investimento, tendo por base a Política Nacional de Meio Ambiente;
• Considerar nas análises de crédito as recomendações e restrições do zoneamento agroecológico ou, preferencialmente, do zoneamento ecológico-econômico, quando houver;
• Desenvolver e aplicar, compartilhadamente com outras instituições financeiras, padrões de desempenho socioambiental por setor produtivo para apoiar a avaliação de projetos de médio e alto impacto negativo;
• Promover o consumo sustentável de recursos naturais, e de materiais deles derivados, nos processos internos.
• Definir e contemplar critérios socioambientais nos processos de compras e contratação de serviços;
• Racionalizar procedimentos operacionais visando promover a máxima eficiência no uso dos recursos naturais e de materiais deles derivados;
• Promover medidas de incentivo à redução, reutilização, reciclagem e destinação adequada dos resíduos, buscando minimizar os potenciais impactos ambientais negativos;
• Priorizar a execução de programas e o financiamento de projetos que busquem minimizar o flagelo das queimadas;
• Incentivar técnicas de manejo florestal nos subsistemas do bioma amazônico;
• Induzir e apoiar a recuperação e utilização de áreas alteradas para fins produtivos;
• Contribuir com os órgãos de assistência técnica possibilitando ao pequeno produtor acesso aos serviços de assistência técnica e extensão rural para melhoria de suas atividades produtivas;
• Ampliar a oferta de recursos para ciência e tecnologia na região, incentivando projetos voltados a modernização e inovação por meio da incorporação de novas tecnologias a fim de melhorar a competitividade dos produtos brasileiros;
• Intensificar medidas para mitigar os impactos ambientais gerados pelas atividades do Banco, diminuindo o consumo de recursos naturais através de programas internos de ecoeficiência, redução de resíduos e emissão de gases de efeito estufa;
• Prover a capacitação, a conscientização e a educação de gestores, empregados e parceiros para desenvolverem as competências necessárias à implementação dos princípios e diretrizes do Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental;
• Criar condições para que o Banco e seus parceiros adotem os princípios de ecoeficiência e de responsabilidade social, que aumentam a eficiência pela incorporação de valores éticos e culturais ao processo de decisão;
• Aperfeiçoar, continuamente, os critérios de avaliação socioambientais para propostas de crédito e para projetos de financiamento; e
• Reforçar a adoção de medidas para induzir a mitigação dos impactos ambientais negativos das atividades financiadas pelo Banco.

 

Apresentação

A sustentabilidade ambiental consiste na manutenção das funções e componentes dos ecossistemas, podendo igualmente designar-se como a capacidade que o ambiente natural tem de manter as condições de vida para as pessoas e para outras espécies e a qualidade de vida para dos indivíduos, tendo em conta a habitabilidade e a sua função como fonte de energias renováveis.

Sabedor de que as atividades humanas são fontes de impacto ao meio ambiente e que o aproveitamento dos recursos naturais deva ocorrer de modo a garantir seu usufruto pelas gerações futuras, o Banco da Amazônia incorpora, dissemina e estimula medidas voltadas para a mitigação dos impactos ambientais gerados por sua atividade, não se restringindo à concessão estratégica e socioambientalmente responsável do crédito.

As boas práticas de sustentabilidade realizadas pelo Banco da Amazônia são reunidas em diferentes programas internos que fazem parte de uma Agenda Ambiental cada vez mais abrangente.

 

Mudanças Climáticas

A preocupação com os efeitos das mudanças climáticas na vida do Planeta tem ganhado cada vez mais espaço nos estudos acadêmicos, nas políticas governamentais, nas ações do setor privado e organizações não - governamentais, enfim da sociedade como um todo. O maior interesse pelas conseqüências pelas alterações no clima aumentou com a intensificação dos fenômenos naturais como ondas de calor, furacões, enchentes e aumento do nível do mar.

Também as pesquisas científicas colaboram para que o tema passasse a ter maior evidência na qual apontam que o crescimento da concentração na atmosfera de gases de efeito estufa (GEE), resultantes principalmente da queima de combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo e gás natural) e da derrubada de florestas tropicais, a temperatura do planeta subiu quase 1 grau centígrado nos últimos 100 anos, sendo que em algumas regiões chegaram a aquecer até 2 graus.

Além disso, a publicação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Alterações do Clima (IPCC), em 2007, enfatizou a responsabilidade do ser humano no processo de mudanças climáticas e apontou 95% de certeza científica da influência antropogênica no aquecimento do planeta.

Segundo este mesmo documento do IPCC, caso se confirme aumento de temperatura entre 1,8ºC e 4º, as alterações climáticas provocarão grandes mudanças no cenário global. Dentre os efeitos prováveis das mudanças do clima na vida na Terra estão à ocorrência de inundações em algumas regiões provocadas pelo aumento de chuvas, o crescimento da extensão das áreas afetadas por secas, o risco de extinção de aproximadamente 20% a 30% das espécies vegetais e animais será maior. Assim como o aumento de mortes, doenças e ferimentos por causa das ondas de calor, inundações, incêndios e secas, da mesma forma, estima-se a elevação de incidência de doenças tropicais como malária, cólera e tuberculose.

As pesquisas científicas indicam que os efeitos das mudanças climáticas serão mais sentidas nos países em desenvolvimento por serem fortemente dependentes de atividades econômicas ligadas à natureza. No caso do Brasil, as regiões mais sensíveis às alterações do clima são o Nordeste e a Amazônia.

Especificamente com relação à Amazônia, as situações extremas do clima poderiam provocar a ocorrência de fortes secas ocasionando a diminuição dos níveis do rio da bacia hidrográfica que contém 70% da disponibilidade mundial da água doce. Por conseguinte, níveis mais baixos dos rios teriam grandes efeitos na produção de alimentos, na oferta de peixes e nos transportes, afetando a qualidade de vida, principalmente, da população local. Por outro lado, a menor quantidade de chuvas ocasionaria maior incidência de queimadas, contribuindo para aumento da perda da biodiversidade da região.

Para evitar a concretização destes prognósticos ou a minimização dos seus impactos, é de fundamental importância a mobilização e adoção de medidas mitigadoras por todos os segmentos da sociedade, destacando-se o necessário envolvimento das empresas por serem locus das alterações dos padrões de produção que são essenciais para promoção do desenvolvimento sustentável.

Programas

Programa Amazônia Recicla

Em 2006, o Banco da Amazônia criou o Programa Amazônia Recicla e desde então realiza a coleta seletiva de material reciclável gerado pela sua atividade e faz a doação deste às associações e cooperativas de catadores de material reciclado, gerando trabalho e renda, e contribuindo para reduzir o impacto ambiental do descarte em aterros sanitários e a pressão sobre o consumo de recursos naturais.

Dentre os principais objetivos do Amazônia Recicla estão:
• Estimular a mudança de valores e hábitos comportamentais em nossa empresa, como o não desperdício e o uso racional dos recursos naturais;
• Conscientizar a comunidade interna e externa - colaboradores, clientes e sociedade em geral - sobre a importante função socioambiental dos catadores de material reciclável;
• Reduzir o volume de material reciclado gerado pelo Banco, contribuindo para a redução da necessidade de áreas de terra destinada aos aterros e a redução da poluição ambiental;
• Prover nova fonte de insumos e estímulos para as atividades de reciclagem na Amazônia.

Prêmio A3P

Em 2010, o Programa Amazônia Recicla foi o vencedor do “Prêmio Melhores Práticas da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P), categoria Gestão de Resíduos, promovido pelo Ministério do Meio Ambienta (MMA).

Programa Amazônia Otimiza

img amazonia otimiza

A adoção da ecoeficiência e da racionalização de gastos é mais uma resposta do Banco da Amazônia ao desafio de utilizar tecnologias mais “verdes”, permitindo uma produção mais eficiente, através da redução de recursos naturais e de energia e da minimização, reutilização e reciclagem de resíduos gerados por unidade de produto. A busca da melhoria dos resultados econômicos e do cumprimento de responsabilidade ambiental reafirma a disposição do Banco da Amazônia em ser modelo de mudança para um desenvolvimento sustentável.

Objetivo Geral: criar condições mais favoráveis para reduzir o consumo de recursos naturais e os gastos da empresa, eliminando o desperdício e incrementando a eficiência operacional.

Objetivos Específicos:

• Promover a rentabilidade operacional;
• Fortalecer a cultura do gasto eficiente;
• Reduzir o consumo de energia;
• Reduzir gastos com impressão;
• Manter o consumo de água em nível adequado;
• Otimizar os contratos;
• Otimizar gastos com telefonia;
• Reduzir o consumo de combustível e viagens.

Como funciona: Cabe à Gerência de Controladoria elaborar o Plano Anual de Redução de Custos dentro das metas do Programa Amazônia Otimiza e semestralmente é realizada avaliação da implementação das ações previstas com divulgação interna dos resultados alcançados.

Programa Fornecedor Verde

O que é: Programa de Relacionamento Socioambiental com Fornecedores que visa incorporar critérios socioambientais nos processos de aquisição dos principais bens e/ou contratação de serviços e obras de engenharia e induzir que os fornecedores adotem princípios e práticas de responsabilidade socioambiental nos seus empreendimentos.

Programa Educação Ambiental Continuada

O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais. Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza buscando promover, sob o modelo de desenvolvimento sustentável, a compatibilização de boas práticas econômicas, sociais e ambientais com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos.

O que é: Em resposta à preocupação da sociedade com o futuro da vida objetiva tornar os colaboradores (empregados, terceirizados e estagiários) do Banco capazes de compreender o mundo e agir nele com maior consciência ecológica.

Como funciona:

Público Interno: Treinamentos, palestras, reuniões, exposições, oficinas de arte-educação e ecologia humana com publicação sistemática de informativos referentes a temas ambientais, experiências bem-sucedidas e progressos alcançados pela Instituição tais como treinamento internos e externos, Semana do Meio Ambiente e Gincana pela Sustentabilidade.

Ação conjunta: Incentivo ao voluntariado através de campanhas que mobilizam os colaboradores, clientes, parceiros e a sociedade em geral, angariando recursos, de forma a contribuir em ocasiões específicas, com a melhoria da qualidade de vida dos mais vulneráveis: Gincana Volta às Aulas, Círio de Nazaré, Natal Solidário e Ação Solidária na pandemia ocasionada pelo coronavírus.

Plano de Atuação

Como forma de aperfeiçoar as ações de sustentabilidade, foi elaborado Plano de Atuação em situações climáticas extremas, provocadas por mudanças climáticas, tornando possível o Banco da Amazônia assumir compromisso institucional de envidar esforços em casos de catástrofes naturais e reconstrução local.

A proposta de atuação foi apresentada ao Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida – Comunidade, Organizações e Pessoas (COEP), que reúne 1.100 organizações públicas e privadas para a promoção de iniciativas visando o desenvolvimento humano e social, em especial as realizadas em comunidades de baixa renda de todo o país, especialmente as localizadas nas áreas de risco.

O Plano de Atuação baseou-se na Política Nacional de Defesa Civil no qual preconiza que o enfrentamento de catástrofes ocorre sob quatro estágios:

• PREVENÇÃO: Ações dirigidas a avaliar e reduzir os riscos;

• PREPARAÇÃO: Medidas e ações destinadas a reduzir ao mínimo a perda de vidas humanas e outros danos;

• RESPOSTA: Ações desenvolvidas durante um evento adverso e para salvar vidas, reduzir o sofrimento humano e diminuir perdas; e

• RECONSTRUÇÃO: Processo onde se repara e restaura em busca da normalidade.


Prêmios

Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente


Criados para o reconhecimento de projetos, instituições, empresas e personalidades que se destacam no desenvolvimento sustentável da Região Amazônica, os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente contam com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (SEBRAE), entre outros.

O Prêmio Professor Samuel Benchimol inclui duas naturezas de premiação: uma, para a identificação de projetos inovadores contemplando três categorias nas áreas ambiental, econômico-tecnológica e social; e outra, para reconhecimento de personalidades que contribuem para o desenvolvimento da região (categoria Personalidade Amazônica).

O Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente contempla três naturezas de premiação: a primeira, busca a identificação de projetos com abordagem integrada, mas com o potencial de transformação da realidade socioeconômica; a segunda, com as iniciativas de suporte ao desenvolvimento regional, tendo como compromisso estimular o desenvolvimento de projetos inovadores na Amazônia Legal; e a terceira, para o reconhecimento de empresas que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região.

Em 22 de novembro de 2019 foi divulgada a lista dos agraciados com os prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente em sua 16ª Edição.

Criado para o reconhecimento de projetos, instituições, empresas e personalidades que se destacam no desenvolvimento sustentável da Região Amazônica, os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente recebeu nesta edição 242 propostas, sendo que 175 foram consideradas válidas.

Além dos agraciados na edição deste ano, os prêmios homenagearam, ainda, os 30 anos Fundo Constitucional de Financiamento do Norte – FNO, 200 anos da Associação Comercial do Estado do Pará, 110 anos da Escola Universitária Livre de Manáos, 70 anos da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), 65 anos do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e os 30 anos da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

PRÊMIO PROFESSOR SAMUEL BENCHIMOL

Categoria: Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Região Amazônica

- Afonso Rabelo, do Estado do Amazonas, com o projeto de Criação de uma ferramenta para colheitas de cachos das espécies de palmeiras na Amazônia.

- Sara Seixas Dutra, do Estado do Amazonas, com o projeto de Implantação de café sustentável em Sistema Agroflorestal (SAF) na região do Baixo Amazonas.

- Humberto Breno Alves de Albuquerque, do Estado de Roraima, cujo projeto é o Desenvolvimento de fogão de indução eletromagnética alimentada por energias renováveis.

Categoria: Personalidades Dedicadas ao Desenvolvimento Sustentável da Região Amazônica

- Fernando de Souza Flexa Ribeiro do Estado do Pará.

PRÊMIO BANCO DA AMAZÔNIA DE EMPREENDEDORISMO CONSCIENTE

Categoria: Iniciativa de Desenvolvimento Local

- José Luiz Zanirato Maia, do Estado do Amazonas, com o projeto: Desenvolvimento de cadeias produtivas de biocosméticos para as populações ribeirinhas do município de Iranduba.

- Mônica de Nazaré Corrêa Ferreira Nascimento, do estado Pará, com o projeto: Empreendedorismo Sustentável em Área de Proteção Ambiental (APA) no Estado do Pará.

- Luiz Antonio de Oliveira, do estado do Amazonas, com o projeto sobre o Uso da Azolla caroliniana como fonte de alimento para peixes, animais domésticos e para o homem amazônico.

Categoria: Micro Empreendimento na Amazônia - URBANO
• Agraciado - Restaurante tudo com açaí do Estado do Pará.

Categoria: Micro Empreendimento na Amazônia - RURAL
• Maria da Conceição Lobato de Oliveira - Estado do Pará.

Categoria: Empresa na Amazônia
• Pronatus do Amazonas Indústria e Comércio de Produtos Fármaco Cosméticos Ltda do Estado do Amazonas-
Prêmio Samuel Benchimol

Para conhecer os projetos apoiados pelo Banco da Amazônia no período 2004-2009 clique aqui

Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismos Consciente

Conheça os ganhadores e os projetos agraciados com o Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismos Consciente.


Nome do Projeto Autor Arquivo
Produção Sustentável de Fibras Têxteis na Região do Jari Décio Ferreira de Oliveira pdf bt peq
Seleção e Aproveitamento Econômico de Espécies Vegetais Nativas da Amazônia Jean Carlos Cardoso pdf bt peq
Turismo Ecossocial, Educação Ambiental e Capacitação Kleber Augusto Bechara de Oliveira pdf bt peq
Projeto para Implementação de um Empreendimento Ecoturístico na Região Amazônica Marcelo Luiz Perini Tarachuk pdf bt peq
Biodiesel de Mamona e Dendê em Áreas Degradadas Maurício Munhoz Ferraz pdf bt peq
Projeto de Proteção Ambiental da Região Amazônica, Via Reflorestamento, Utilizando o Crédito do Mercado de Carbono Michiyuki Kemmotsu pdf bt peq
Publicações, Relatórios e Documentos

Publicações

Com o objetivo subsidiar o corpo funcional com documentos necessários ao desenvolvimento de seus trabalhos e atividades técnicas, além de atender também, a sociedade em geral, inclusive pesquisadores e estudiosos interessados, o Banco da Amazônia publica rotineiramente:

 

pdf bt peq Revista Amazônia Ciência & Desenvolvimento

 

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