O Banco da Amazônia acredita que o empreendedorismo consciente, que gera riqueza explorando os recursos naturais em parceria com a natureza, é a melhor opção para garantir os melhores negócios, o bem-estar da população, atual e futura e que, por isso, devem ser apoiados com prioridade por nossos serviços financeiros. A concretização desse novo paradigma de desenvolvimento só será possível com práticas cotidianas de Responsabilidade Social Empresarial, o que leva o Banco da Amazônia pautar suas ações considerando não apenas os interesses dos seus acionistas, mas também as das pessoas que formam a empresa, dos setores governamentais e não governamentais, da comunidade onde atua, do meio ambiente, enfim da sociedade como todo. A Página de Sustentabilidade do Banco tem por objetivo prestar contas, junto aos públicos de interesse (stakeholders), de suas ações de responsabilidade corporativa e, assim, manter relacionamentos duradouros, transparentes e consistentes com Acionistas e Investidores, Governo, Sociedade, Comunidade, Clientes, Colaboradores, Fornecedores e Meio Ambiente.


O Banco da Amazônia atua alinhado às políticas, planos e programas do Governo Federal para a região, dentre as quais destacamos a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e o Plano Amazônia Sustentável (PAS).

No apoio ao processo de desenvolvimento regional, utiliza os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), do Fundo da Marinha Mercante (FMM), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Orçamento Geral da União (OGU) além de recursos próprios e de recursos captados no mercado.

Os planos e programas do governo federal para a Amazônia são fortalecidos pelos produtos e serviços do Banco da Amazônia, que juntos promovem a melhoria dos padrões de produção e de qualidade de vida da população amazônica, com redução nas desigualdades intra e inter-regionais.

Política Nacional de Desenvolvimento Regional - PNDR

A redução das desigualdades regionais deve ser é um dos objetivos fundamentais a ser alcançada para a obtenção de um desenvolvimento mais equilibrado, sua relevância é tamanha que inclusive consta na Constituição de 1988. O Governo Federal reiterou a determinação constitucional adotando a redução das desigualdades como um dos eixos centrais da estratégia de desenvolvimento do País.

A Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) tem o duplo propósito de reduzir as desigualdades regionais e de ativar os potenciais de desenvolvimento das regiões brasileiras. O foco das preocupações incide sobre a dinamização das regiões e a melhor distribuição das atividades produtivas no território.

Política Socioambiental no Crédito

Trata-se da política que orienta os procedimentos da análise de crédito a partir das seguintes diretrizes: (i) Indução - prioriza o apoio financeiro diferenciado à atividades econômicas alinhadas com os preceitos de sustentabilidade; (ii) Salvaguarda - visa orientar os clientes a adotarem tecnologia sustentável, bem como medidas de caráter administrativo e técnico, com o objetivo de introduzir práticas sustentáveis em atividades produtivas obsoletas e predatórias; (iii) Exclusão - veda a concessão de financiamento às atividades econômicas cujas práticas contradizem os valores e princípios da instituição, assim como aquelas proibidas pela legislação vigente.

pdf bt peqPolítica de Responsabilidade SocioAmbiental

Desenvolvimento Sustentável 

O nosso incentivo ao desenvolvimento sustentável vai além dos investimentos financeiros, pois cada vez mais adotamos práticas que difundem esse preceito. No mesmo passo de importância, atentamo-nos ao desafiador tema que têm sido as mudanças climáticas globais, as quais podem ser amenizadas ao longo dos anos por meio de políticas e condutas ecológicas e sustentáveis como a redução da emissão de gases de efeito estufa (GEE) e a geração de energia renovável, compromissos assumidos pelo Brasil no ano de 2015 durante a COP 21.

Para o Banco da Amazônia é o processo no qual ganha a sociedade, ganha a empresa e ganha o meio ambiente, visto ser construído sobre três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores — desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental.

 

Sustentabilidade

Conscientes da importância que o Banco da Amazônia representa para a região onde atua, nos orgulhamos em prestar serviços que colaborem com o desenvolvimento dos cidadãos, das comunidades, dos empreendedores e das empresas com as quais nos relacionamos. Consideramos primordial o fomento aos meios de promoção socioeconômica concomitantemente ao cultivo da tão rica biodiversidade amazônica e seus habitats naturais, temas que nos alinham cada vez mais aos múltiplos aspectos englobados pela sustentabilidade.

Do ponto de vista interno, procuramos manter o equilíbrio entre nossa estrutura organizacional e nosso contingente de capital humano, motivo pelo qual contamos com uma série de programas que encaminham medidas necessárias à implantação do novo modelo de gestão de pessoas, que se inicia em 2017. Como exemplo desse processo, podemos citar o programa de incentivo à aposentadoria, importante ferramenta para nossos colaboradores com mais tempo de casa, e o plano de recuperação para agências deficitárias.

 

Responsabilidade Empresarial 


É o conjunto de boas práticas econômico-financeiras, sociais e ambientais voltadas para contribuir com o processo de Desenvolvido Sustentável. O Instituto Ethos define Responsabilidade Social Empresarial (RSE), como "a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais se relaciona e pela definição de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais".

A empresa comprometida com o processo de Desenvolvimento Sustentável é aquela que acredita que desenvolvimento econômico e lucro não são incompatíveis com altos padrões de responsabilidade política, social cultural e ambiental e que seu fortalecimento, sua rentabilização, a criação de valor para o cliente, acionistas e sociedade são contribuições essenciais na busca da indução desse novo padrão de desenvolvimento

Declarações Estratégicas

MISSÃO:  

Desenvolver uma Amazônia Sustentável com crédito e soluções eficazes.

VISÃO: 

Ser o principal Banco de fomento da Amazônia, moderno, com colaboradores engajados e resultados sólidos.

VALORES INSTITUCIONAIS:

  • Integridade – Ética e Transparência;
  • Meritocracia;
  • Desenvolvimento sustentável;
  • Valorização do cliente;
  • Decisões técnicas e colegiadas;
  • Eficiência e inovação;
  • Comprometimento com o resultado e a gestão de riscos.

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) 

A Organização das Nações Unidas promoveu, em setembro de 2000, a Assembléia do Milênio, a reunião de chefes de Estado e de governo de maior magnitude jamais realizada: 191 delegações estavam presentes, 147 delas lideradas por suas autoridades de mais alto escalão. O debate resultou na aprovação da Declaração do Milênio, que reconhece que o mundo já possui a tecnologia e o conhecimento para resolver a maioria dos problemas enfrentados pela população pobre e pelas minorias. Até então, no entanto, tais soluções não foram implementadas na escala necessária. O estabelecimento destes objetivos representa uma grande realização da comunidade internacional, visto que são mensuráveis e temporalmente delimitados.

1. Erradicar a extrema pobreza e a fome.

2. Atingir o ensino básico universal.

3. Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres.

4. Reduzir a mortalidade infantil.

5. Melhorar a saúde materna.

6. Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças.

7. Garantir a sustentabilidade ambiental.

8. Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.

A partir destes oito objetivos internacionais comuns, 18 metas e 48 indicadores foram definidos para possibilitar uma avaliação uniforme dos ODMs nos níveis global, regional e nacional.

 

Estratégia

O Planejamento Estratégico é uma das principais ferramentas utilizadas para ajustar a estratégia de longo prazo às mudanças do mercado, quais sejam, econômicas, tecnológicas, regulatórias, entre outras que afetam a condução da estratégia e passam a exigir, da parte do Banco, uma nova postura frente aos novos desafios visando o cumprimento da Missão e o alcance da Visão da Organização.

A nova proposta estabelece o posicionamento estratégico do Banco em desenvolver uma Amazônia sustentável com crédito e soluções eficazes (Missão) e ser o principal Banco de fomento da Amazônia, moderno, com colaboradores engajados e resultados sólidos (Visão), pautado nos valores institucionais, direcionando e priorizando os esforços organizacionais no que agrega valor ao negócio.

 

Agenda 21

A iniciativa de se construir a Agenda 21 do Banco da Amazônia visa, sobretudo, alinhar as suas ações à Agenda 21 Brasileira e, com isso, induzir o desenvolvimento sustentável na Amazônia ao longo do séc. XXI.

O documento apresenta os compromissos firmados, especialmente aqueles realizados junto ao Ministério do Meio Ambiente com a adesão ao Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental, os desafios a serem vencidos e as contribuições do Banco para a consecução da Agenda 21 Brasileira.

pdf bt peq - Agenda 21

 

Plano Banco da Amazônia pela Sustentabilidade 2011-2022

 A Diretoria do Banco da Amazônia aprovou Plano Banco da Amazônia pela Sustentabilidade, que estabelece diretrizes a serem realizadas pela organização para aprimorar suas ações de estímulo ao desenvolvimento sustentável a serem desenvolvidas no curto, médio e longo prazo, em consonância com as boas práticas de sustentabilidade e as políticas/programas do Governo Federal.

 

Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental dos Bancos

Em 1° de agosto de 2008, o Banco da Amazônia assinou, juntamente com os demais bancos públicos Federais e o Ministério do Meio Ambiente, o Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental para que os signatários, por meio de esforço comum, possam empreender políticas e práticas bancárias que sejam precursoras, multiplicadoras, demonstrativas ou exemplares em termos de responsabilidade a partir da atualização dos compromissos previstos no Protocolo Verde de 1995.

pdf bt peq - Protocolo de Intenções

 

Política de Responsabilidade Socioambiental

Nossa Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA) foi publicada em 25/05/2015, após a publicação da Resolução CMN nº 4.327, de 25 de abril de 2014 pelo Banco Central do Brasil, dispondo sobre as diretrizes a serem observadas pelas instituições financeiras.

Em 2018, a PRSA foi atualizada e aprovada pela Direção Geral (DIREX) e Conselho de Administração (CONSAD), incorporando novas diretrizes, com vistas a orientar e nortear as ações de responsabilidade socioambiental do Banco.

Siga o link e conheça as Diretrizes e orientações gerais dessa política.

pdf bt peq - Política de Responsabilidade Socioambiental

 

 

Apresentação

O Banco da Amazônia incorporou a preocupação com o desenvolvimento sustentável em sua Missão e em sua estratégia de longo prazo traduzida nos compromissos firmados com a Agenda 21 Brasileira, buscando conciliar o social, o econômico e o ecológico num conjunto de ações integradas que possam levar a sociedade amazônica a níveis de evolução jamais atingidos pelas estratégias fragmentadas de desenvolvimento até então praticado.

O primeiro desafio de sua Estratégia traz a idéia central de tornar o Banco, além de executor das Políticas, Planos e Programas de Governo, uma Instituição indutora e formuladora ativa do processo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia participando de encontros, mesas e fóruns que discutam Políticas Públicas negociais, sociais e ambientais consolidando, assim, suas Relações Institucionais junto aos poderes públicos e às instituições privadas.

Compromissos com a Agenda 21 Brasileira

Ao elaborar sua Agenda 21 o Banco da Amazônia assume compromissos com os públicos de interesse (stakeholders) visando contribuir na mitigação das fragilidades econômicas, sociais e ambientais apontadas na Agenda 21 Brasileira e induzir o desenvolvimento sustentável da Amazônia ao longo do séc. XXI.


Dimensão Econômico-Financeira

Dimensão Ambiental

Dimensão Governança Corporativa

Dimensão Social

Agenda 21 do Banco da Amazônia, clique aqui.

Políticas Públicas e Relações Institucionais

Por meio de diferentes fóruns, associações e outros grupos que envolvem atividades socioambientais, o Banco da Amazônia tem participado e buscado influenciar a elaboração de políticas públicas direcionadas ao desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, diretores e gerentes representam a empresa em comitês, associações e entidades, dentre os quais destacamos:

Saiba Mais...

Dimensão Econômico-Financeiro

A idéia central dos compromissos firmados nessa Dimensão é contribuir com a Agenda 21 Brasileira, na busca de aliar crescimento econômico-financeiro com redução das desigualdades sociais na Amazônia, a qual será facilitada com melhorias na infra-estrutura e integração social e avanços na sustentabilidade da agricultura.

Assim, para acelerar e intensificar sua contribuição para a redução das diferenças entre a zona rural e urbana, as disparidades de renda e o êxodo rural na Região, o Banco da Amazônia assume compromissos junto à Sociedade e aos seus Clientes:

Compromissos com a Sociedade

  • Financiar o desenvolvimento com sustentabilidade, por meio de linhas de crédito e programas que promovam a qualidade de vida da população, o uso sustentável dos recursos naturais e a proteção ambiental;
  • Aprimorar continuamente o portfólio de produtos e serviços bancários destinados ao financiamento de atividades e projetos com adicionalidades socioambientais;
  • Criar mecanismos que permita oferecer condições diferenciadas de financiamento (taxas, prazos, carências, critérios de elegibilidade, etc.) para projetos com adicionalidades socioambientais;
  • Orientar o tomador de crédito de forma a induzir a adoção de práticas de produção e consumo sustentáveis;
  • Identificar oportunidades de negócios na Amazônia apoiado em um novo modelo de negócios baseado na segmentação de clientes;
  • Fortalecer a atuação institucional, a gestão e acompanhamento da transformação estratégica voltada para rentabilidade e a indução do desenvolvimento sustentável da Amazônia;
  • Intensificar a busca por novos padrões de financiamento através da otimização de funções negociais, em particular crédito e tecnologia da informação;
  • Fortalecer alianças institucionais;
  • Induzir empreendimentos e atividades econômicas geradoras de postos de trabalho;
  • Ampliar o acesso ao crédito para os segmentos de baixa renda, microempresários e pequenos empreendedores;
  • Ampliar o estímulo financeiro que vem dando à agricultura familiar e ao turismo rural e ecológico;
  • Incentivar projetos voltados para eficiência da matriz energética, especialmente aqueles voltados para combater as perdas no uso de energia elétrica; e
  • Desestimular atividades relacionadas com os setores eletrointensivos, em especial os que utilizam ferro-gusa.


Compromissos com os clientes


Os compromissos a seguir buscam orientar a ação do Banco para satisfazer às necessidades do cliente, em especial aqueles empenhados em adotar práticas de Desenvolvimento Sustentável em seus negócios.

  • Fundamentar as estratégias de relacionamento na segmentação de mercado e encarteiramento a fim de agilizar o atendimento e orientar a oferta de produtos, serviços e canais;
  • Construir soluções flexíveis para consolidar parcerias em negócios sustentáveis;
  • Aumentar a capilaridade em todo o território amazônico, por meio de canais físicos e virtuais; e
  • Intensificar o diálogo com os diversos segmentos da sociedade, fortalecendo o posicionamento e a marca corporativa.

 

Dimensão Social

O processo de sustentabilidade tem como promotor o capital social. Dessa forma, os compromissos com o público interno buscam fomentar o desenvolvimento integral das pessoas como alavanca central para o cumprimento da Missão do Banco.

  • Aprimorar o Programa de Desenvolvimento Humano (PDH);
  • Contribuir na formação de novos líderes no Banco, por meio de um processo contínuo de captação e identificação de valores;
  • Aperfeiçoar o plano de cargos, carreiras e salários e uma política de avaliação, voltados para o pleno desenvolvimento da carreira das pessoas e às necessidades da Organização; e
  • Intensificar o programa de qualidade de vida voltado para o bem-estar, à motivação dos empregados e à eficácia do Banco.

Dimensão Governança Corporativa

Buscando reduzir os custos financeiros e administrativos e os riscos inerentes às atividades bancárias que, no caso do Banco são mais acentuados pois tem em sua Missão o compromisso com o desenvolvimento sustentável da Amazônia, a Organização se compromete a:

  • Informar, sensibilizar e engajar continuamente as partes interessadas nas políticas e práticas de sustentabilidade do Banco;
  • Promover a harmonização de procedimentos, cooperação e integração de esforços entre as organizações signatárias do Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental;
  • Desenvolver um modelo de abordagem padronizado para levantar informações socioambientais junto aos clientes;
  • Intensificar o relacionamento transparente com acionistas, investidores e profissionais do mercado de capitais;
  • Avançar na formulação e implementação da gestão de riscos e controles internos em atendimento às exigências e prazos do Acordo de Basiléia II; e
  • Implementar constantes melhorias nos procedimentos e qualidade da gestão do Conselho de Administração.

Dimensão Ambiental

A idéia central é o alinhamento com a Agenda 21 Brasileira no que tange à definição e execução das políticas e programas governamentais voltados para melhorias na gestão dos recursos naturais da Amazônia e da sustentabilidade nas cidades da Região, apoiadas em avanços na área de ciência e tecnologia para a sustentabilidade. Assim, o Banco da Amazônia assume os compromissos de:

  • Considerar os impactos e custos socioambientais na gestão de ativos (próprios e de terceiros) e nas análises de risco de clientes e de projetos de investimento, tendo por base a Política Nacional de Meio Ambiente;
  • Considerar nas análises de crédito as recomendações e restrições do zoneamento agroecológico ou, preferencialmente, do zoneamento ecológico-econômico, quando houver;
  • Desenvolver e aplicar, compartilhadamente com outras instituições financeiras, padrões de desempenho socioambiental por setor produtivo para apoiar a avaliação de projetos de médio e alto impacto negativo;
  • Promover o consumo sustentável de recursos naturais, e de materiais deles derivados, nos processos internos.
  • Definir e contemplar critérios socioambientais nos processos de compras e contratação de serviços;
  • Racionalizar procedimentos operacionais visando promover a máxima eficiência no uso dos recursos naturais e de materiais deles derivados;
  • Promover medidas de incentivo à redução, reutilização, reciclagem e destinação adequada dos resíduos, buscando minimizar os potenciais impactos ambientais negativos;
  • Priorizar a execução de programas e o financiamento de projetos que busquem minimizar o flagelo das queimadas;
  • Incentivar técnicas de manejo florestal nos subsistemas do bioma amazônico;
  • Induzir e apoiar a recuperação e utilização de áreas alteradas para fins produtivos;
  • Contribuir com os órgãos de assistência técnica possibilitando ao pequeno produtor acesso aos serviços de assistência técnica e extensão rural para melhoria de suas atividades produtivas;
  • Ampliar a oferta de recursos para ciência e tecnologia na região, incentivando projetos voltados a modernização e inovação por meio da incorporação de novas tecnologias a fim de melhorar a competitividade dos produtos brasileiros;
  • Intensificar medidas para mitigar os impactos ambientais gerados pelas atividades do Banco, diminuindo o consumo de recursos naturais através de programas internos de eco-eficiência, redução de resíduos e emissão de gases de efeito estufa;
  • Prover a capacitação, a conscientização e a educação de gestores, empregados e parceiros para desenvolverem as competências necessárias à implementação dos princípios e diretrizes do Protocolo de Intenções pela Responsabilidade Socioambiental;
  • Criar condições para que o Banco e seus parceiros adotem os princípios de ecoeficiência e de responsabilidade social, que aumentam a eficiência pela incorporação de valores éticos e culturais ao processo de decisão;
  • Aperfeiçoar, continuamente, os critérios de avaliação socioambientais para propostas de crédito e para projetos de financiamento; e
  • Reforçar a adoção de medidas para induzir a mitigação dos impactos ambientais negativos das atividades financiadas pelo Banco.

 

Apresentação

A sustentabilidade ambiental consiste na manutenção das funções e componentes dos ecossistemas, podendo igualmente designar-se como a capacidade que o ambiente natural tem de manter as condições de vida para as pessoas e para outras espécies e a qualidade de vida para dos indivíduos, tendo em conta a habitabilidade e a sua função como fonte de energias renováveis.

Sabedor de que as atividades humanas são fontes de impacto ao meio ambiente e que o aproveitamento dos recursos naturais deva ocorrer de modo a garantir seu usufruto pelas gerações futuras, o Banco da Amazônia incorpora, dissemina e estimula medidas voltadas para a mitigação dos impactos ambientais gerados por sua atividade, não se restringindo à concessão estratégica e socioambientalmente responsável do crédito.

As boas práticas de sustentabilidade realizadas pelo Banco da Amazônia são reunidas em diferentes programas internos que fazem parte de uma Agenda Ambiental cada vez mais abrangente.

 

Agenda Ambiental - A3P

A Agenda Ambiental do Banco da Amazônia engloba os programas socioambientais voltados para a coleta seletiva, reciclagem, ecoeficiência, racionalização de recursos naturais, qualidade de vida e educação ambiental. O objetivo é implementar uma gestão ambientalmente saudável das atividades administrativas e operacionais no Banco com adoção de tecnologias ecoeficientes e mais limpas, poupando matéria-prima e energia e reciclando seus resíduos.

Em dezembro de 2009, a Instituição aderiu formalmente ao Programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) que é uma iniciativa do Governo Federal, sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), visando estimular os servidores e empregados da administração pública direta e indireta a incorporar princípios e critérios de gestão ambiental em suas instituições (www.mma.gov.br/a3p). A partir da assinatura de Termo de Adesão à A3P, os programas socioambientais internos passaram a compor o Plano de Trabalho, no qual constam ações a serem desenvolvidas e avaliadas ao longo de cada semestre. Os compromissos firmados vêm se tornando realidade no Banco por meio das seguintes ações e programas internos:


 

Mudanças Climáticas

A preocupação com os efeitos das mudanças climáticas na vida do Planeta tem ganhado cada vez mais espaço nos estudos acadêmicos, nas políticas governamentais, nas ações do setor privado e organizações não - governamentais, enfim da sociedade como um todo. O maior interesse pelas conseqüências pelas alterações no clima aumentou com a intensificação dos fenômenos naturais como ondas de calor, furacões, enchentes e aumento do nível do mar.

Também as pesquisas científicas colaboram para que o tema passasse a ter maior evidência na qual apontam que o crescimento da concentração na atmosfera de gases de efeito estufa (GEE), resultantes principalmente da queima de combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo e gás natural) e da derrubada de florestas tropicais, a temperatura do planeta subiu quase 1 grau centígrado nos últimos 100 anos, sendo que em algumas regiões chegaram a aquecer até 2 graus.

Além disso, a publicação do quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Alterações do Clima (IPCC), em 2007, enfatizou a responsabilidade do ser humano no processo de mudanças climáticas e apontou 95% de certeza científica da influência antropogênica no aquecimento do planeta.

Segundo este mesmo documento do IPCC, caso se confirme aumento de temperatura entre 1,8ºC e 4º, as alterações climáticas provocarão grandes mudanças no cenário global. Dentre os efeitos prováveis das mudanças do clima na vida na Terra estão à ocorrência de inundações em algumas regiões provocadas pelo aumento de chuvas, o crescimento da extensão das áreas afetadas por secas, o risco de extinção de aproximadamente 20% a 30% das espécies vegetais e animais será maior. Assim como o aumento de mortes, doenças e ferimentos por causa das ondas de calor, inundações, incêndios e secas, da mesma forma, estima-se a elevação de incidência de doenças tropicais como malária, cólera e tuberculose.

As pesquisas científicas indicam que os efeitos das mudanças climáticas serão mais sentidas nos países em desenvolvimento por serem fortemente dependentes de atividades econômicas ligadas à natureza. No caso do Brasil, as regiões mais sensíveis às alterações do clima são o Nordeste e a Amazônia.

Especificamente com relação à Amazônia, as situações extremas do clima poderiam provocar a ocorrência de fortes secas ocasionando a diminuição dos níveis do rio da bacia hidrográfica que contém 70% da disponibilidade mundial da água doce. Por conseguinte, níveis mais baixos dos rios teriam grandes efeitos na produção de alimentos, na oferta de peixes e nos transportes, afetando a qualidade de vida, principalmente, da população local. Por outro lado, a menor quantidade de chuvas ocasionaria maior incidência de queimadas, contribuindo para aumento da perda da biodiversidade da região.

Para evitar a concretização destes prognósticos ou a minimização dos seus impactos, é de fundamental importância a mobilização e adoção de medidas mitigadoras por todos os segmentos da sociedade, destacando-se o necessário envolvimento das empresas por serem locus das alterações dos padrões de produção que são essenciais para promoção do desenvolvimento sustentável.

Programas

Programa Amazônia Recicla

Desde 2006, o Banco da Amazônia realiza a coleta seletiva e destinação de material reciclável gerado pela sua atividade, expandindo a ação de reciclagem de papel iniciada em seu edifício sede. Em 2013, foram 38 unidades operacionais e 9 administrativas inseridas no que contribuiu para a limpeza urbana e redução dos lixo nas cidades onde o Banco atua, na medida em que destinou 58,4 toneladas de material coletado à 261 pessoas organizadas em 5 associações e cooperativas de catadores de material reciclado, propiciando oportunidade de trabalho e renda, além de contribuir para minimizar o problema de capacidade de suporte dos aterros sanitários e reduzir a pressão sobre os recursos naturais.


O que é: Programação de gestão ambiental, com foco na coleta seletiva de resíduos sólidos para fins de reciclagem.O Amazônia Recicla sistematiza e amplia ações isoladas de reciclagem de papel. A principal delas é a coleta e destinação para reciclagem do papel de relatório do Centro de Processamento de Dados. O seu reaproveitamento via reciclagem reduz a pressão sobre a floresta, evitando o corte de milhares de árvores e a economia de milhares de litros de água. Dentre os principais objetivos do Amazônia Recicla estão:

·Desenvolver com sua comunidade interna - empregados, estagiários e suas famílias - uma maior consciência ambiental, estimulando a mudança de valores e hábitos comportamentais em nossa empresa, como o trabalho em equipe, o não desperdício e o uso racional de papéis;
·Reduzir o volume de lixo gerado pelo Banco, contribuindo para a causa ambientalista, através da redução da necessidade de áreas de terra destinada aos lixões e aterros e da redução da poluição;

·Prover nova fonte de insumos e estímulos para os crescentes negócios de reciclagem na Amazônia;
Prover nova fonte de insumos e estímulos para os crescentes negócios de reciclagem na Amazônia;


· Elevar ainda mais a autoridade do Banco da Amazônia para exigir responsabilidade ambiental de seus clientes;

·Ser exemplo de responsabilidade ambiental também para instituições governamentais em toda a Amazônia;

·  Promover a consciência ambiental da comunidade amazônida em geral;

·  Agregar valor à imagem daquele que é a principal instituição financeira da Amazônia.

Como funciona: A coleta seletiva é feita nas estações de reciclagem (conjunto de quatro coletores, um para cada resíduo - papel, vidro, plástico e metal) instaladas em lugares estratégicos nos pontos de venda e no hall de cada andar do edifício-sede em Belém. Nas estações de trabalho, há coletores azuis específicos para o papel consumido individualmente pelos empregados.

As lixeiras convencionais são utilizadas apenas para o restante do lixo, restos de comida, chiclete, canetas vazias, pontas de lápis, grampos usados, disquetes, cds, etiquetas e todos os papéis não recicláveis tais como papel vegetal, papel carbono, papel toalha, papel de bom-bom papel metalizado, plastificado, higiênico, parafinado, fotografias, espirais e fitas adesivas. 

De 2006 à 2013, o Programa Amazônia Recicla totaliza a destinação de 490 toneladas de material para reciclagem, cumprindo com a responsabilidade ambiental do Banco, ao reduzir a pressão sobre a capacidade de suporte dos aterros sanitários, bem como diminuindo a demanda por recursos naturais.

Prêmio A3P

Em 2010, o Programa Amazônia Recicla foi o vencedor do “Prêmio Melhores Práticas da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P)”, na categoria de Gestão de Resíduos. O certame realizado pelo MMA, por meio da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, do Departamento de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental e do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P, foi disputado por 11 finalistas das categorias Gestão de Resíduos, Uso Sustentável dos Recursos Naturais e Inovação na Gestão.

Programa Amazônia Otimiza

A adoção da eco-eficiência e da racionalização de gastos é mais uma resposta do Banco da Amazônia ao desafio de utilizar tecnologias mais “verdes”, permitindo uma produção mais eficiente, através da redução de recursos naturais e de energia e da minimização, reutilização e reciclagem de resíduos gerados por unidade de produto. A busca da melhoria dos resultados econômicos e do cumprimento de responsabilidade ambiental reafirma a disposição do Banco da Amazônia em ser modelo de mudança para um desenvolvimento sustentável.

O que é: Visa promover, nas operações do Banco da Amazônia, a melhoria da eficiência no consumo dos recursos naturais e de energia, assim como no gerenciamento dos seus demais custos administrativos. Dentre os principais objetivos do Amazônia Otimiza estão:

  • Fortalecer a sustentabilidade socioambiental das operações da empresa;
  • Promover a rentabilidade operacional;
  • Promover a liderança da empresa no estabelecimento de padrões de sustentabilidade no meio corporativo na Amazônia;
  • Melhorar o gerenciamento ambiental da empresa;
  • Fortalecer a consciência socioambiental dos colaboradores no ambiente de trabalho;
  • Fortalecer a cultura do gasto inteligente;
  • Contribuir para o desenvolvimento sustentável na Amazônia e no planeta;
  • Direcionamento da empresa para alcançar a certificação da ISSO 14.000.

Como funciona: Cabe à Gerência de Controladoria através de sua Coordenaria de Custos elaborar o Plano Anual de Redução de Custos dentro das metas do Programa Amazônia Otimiza e semestralmente é realizada avaliação periódica da implementação das ações previstas com divulgação interna dos resultados alcançados.

Programa Fornecedor Verde

O que é: Programa de Relacionamento Socioambiental com Fornecedores que visa incorporar critérios socioambientais nos processos de aquisição dos principais bens e/ou contratação de serviços e obras de engenharia e induzir que os fornecedores adotem princípios e práticas de responsabilidade socioambiental nos seus empreendimentos

Como funciona: A nova versão doPrograma Fornecedor Verde, aprovado em 2010, está em processo de implantação.
Programa Educação Ambiental Continuada

O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais. Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza buscando promover, sob o modelo de desenvolvimento sustentável, a compatibilização de boas práticas econômicas, sociais e ambientais com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos.

O que é: Em resposta à preocupação da sociedade com o futuro da vida busca objetiva tornar os colaboradores (empregados, terceirizados e estagiários) do Banco capazes de compreender o mundo e agir nele de forma crítica e consciente.

Como funciona: Treinamentos, palestras, reuniões, exposições, oficinas de arte-educação e ecologia humana com publicação sistemática de informativos referentes a temas ambientais, experiências bem-sucedidas e progressos alcançados pela Instituição tais como treinamento internos e externos, Semana do Meio Ambiente, Gincana pela SustentabilidadeNatal Solidário.

Plano de Atuação

Como forma de aperfeiçoar as ações de sustentabilidade, foi elaborado Plano de Atuação em situações climáticas extremas, provocadas por mudanças climáticas, tornando possível o Banco da Amazônia assumir compromisso institucional de envidar esforços em casos de catástrofes naturais e reconstrução local.

A proposta de atuação foi apresentada ao Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida – Comunidade, Organizações e Pessoas (COEP), que reúne 1.100 organizações públicas e privadas para a promoção de iniciativas visando o desenvolvimento humano e social, em especial as realizadas em comunidades de baixa renda de todo o país, especialmente as localizadas nas áreas de risco.

O Plano de Atuação baseou-se na Política Nacional de Defesa Civil no qual preconiza que o enfrentamento de catástrofes ocorre sob quatro estágios:

• PREVENÇÃO: Ações dirigidas a avaliar e reduzir os riscos;

• PREPARAÇÃO: Medidas e ações destinadas a reduzir ao mínimo a perda de vidas humanas e outros danos;

• RESPOSTA: Ações desenvolvidas durante um evento adverso e para salvar vidas, reduzir o sofrimento humano e diminuir perdas; e

• RECONSTRUÇÃO: Processo onde se repara e restaura em busca da normalidade.

Plano de Atuação Clique aqui.

Prêmios

Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente - Edição 2015


            Os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, unificados desde 2009 em um único regulamento, foram instituídos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Banco da Amazônia S/A e contam com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (SEBRAE), entre outros.

O Prêmio Professor Samuel Benchimol inclui duas naturezas de premiação: uma, para a identificação de projetos inovadores contemplando três categorias nas áreas ambiental, econômico-tecnológica e social; e outra, para reconhecimento de personalidades que contribuem para o desenvolvimento da região (categoria Personalidade Amazônica).

O Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente contempla três naturezas de premiação: a primeira, busca a identificação de projetos com abordagem integrada, mas com o potencial de transformação da realidade socioeconômica; a segunda, com as iniciativas de suporte ao desenvolvimento regional, tendo como compromisso estimular o desenvolvimento de projetos inovadores na Amazônia Legal; e a terceira, para o reconhecimento de empresas que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região.

Este ano de 2015, o Prêmio trouxe uma novidade, a inclusão de homenagem a uma microempreendedora de sucesso, beneficiária do Amazônia Florescer, Programa de Financiamento do Banco da Amazônia voltado para as microfinanças.

Os Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, unificados desde 2009 em um único regulamento, foram instituídos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Banco da Amazônia S/A e contam com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (SEBRAE), entre outros.

O Prêmio Professor Samuel Benchimol inclui duas naturezas de premiação: uma, para a identificação de projetos inovadores contemplando três categorias nas áreas ambiental, econômico-tecnológica e social; e outra, para reconhecimento de personalidades que contribuem para o desenvolvimento da região (categoria Personalidade Amazônica).

O Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente contempla três naturezas de premiação: a primeira, busca a identificação de projetos com abordagem integrada, mas com o potencial de transformação da realidade socioeconômica; a segunda, com as iniciativas de suporte ao desenvolvimento regional, tendo como compromisso estimular o desenvolvimento de projetos inovadores na Amazônia Legal; e a terceira, para o reconhecimento de empresas que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região.

Este ano de 2015, o Prêmio trouxe uma novidade, a inclusão de homenagem a uma microempreendedora de sucesso, beneficiária do Amazônia Florescer, Programa de Financiamento do Banco da Amazônia voltado para as microfinanças.

 Lista de Agraciados:

Vencedores dos Prêmios Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente – Edição  2015

Categoria Ambiental

1º Colocado

  • Candidato - Veridiana de Oliveira Frota
    Estado- PA
    Título do Projeto - Bioauxiliadores Ambientais.

2º Colocado

  • Candidato - Roberto Carlos Romero Pinedo.
    Estado- PA
    Título do Projeto - Resgate da Agrofloresta produtiva de cacau na várzea amazônica de Óbidos: um modelo produtivo caboclo de conservação e geração de renda

3º Colocado

  • Candidato - Mário Augusto Batista Rocha.
    Estado- AM
    Título do Projeto - Composto de Resíduo Plástico

Categoria Econômica/Tecnológica

1º Colocado

  • Candidato - Elton Márcio da Silva Santos.
    Estado- AM
    Título do Projeto - Desenvolvimento de Marcador do Consumo de Energia Elétrica Residencial em Reais

2º Colocado

  • Candidato - Antônio Claudio Almeida de Carvalho.
    Estado- AP
    Título do Projeto - Minimização do Risco de Contaminação da Doença de Chagas no Açaí pelo Uso da MESA DE CATAÇÃO

3º Colocado

  • Candidato - Bruno Sá de Oliveira
    Estado- AC
    Título do Projeto - Reaproveitamento de resíduos da madeira para produção de instrumentos musicais.

Categoria Social

1º Colocado

  • Candidato - Thiago Cavalli Azambuja
    Estado- SP
    Título do Projeto - "Teçume - Igapó" - Mulheres Unidas Pela Amazônia

2º Colocado

  • Candidato - Josivaldo Ferreira Modesto
    Estado- AM
    Título do Projeto - Aeróstato Remoto de Telecomunicação e Sensoriamento para Inclusão Digital

3º Colocado

  • Candidato - Jadir de Souza Rocha
    Estado- AM
    Título do Projeto - Implementação de Tecnologia Social em Reservas de Desenvolvimento Sustentável – RDS do Estado do Amazonas.

Categoria Personalidade Amazônica

Personalidade

  • Agraciado - Édson Raymundo Pinheiro de Souza Franco
    Estado- PA

Categoria Empreendedorismo Consciente

1º Colocado

  • Candidato - Carlomagno Pacheco Bahia
    Estado- PA
    Título do Projeto - Desenvolvimento da Biomembrana Amazonia Skin: verticalizando a produção de bioprodutos e agregando valor aos compostos bioativos extraídos de plantas regionais.

2º Colocado

  • Candidato - Lucas Silva da Trindade
    Estado- AP
    Título do Projeto - Reverse, uma Plataforma Web para a Negociação de Resíduos sólidos.

3º Colocado

  • Candidato - António Bento Neto
    Estado- AM
    Título do Projeto - Pavepatch - Curativo Asfáltico para Pavimentos

Categoria Suporte ao Desenvolvimento Regional

1º Colocado

  • Candidato - Marceliano Eduardo de Oliveira.
    Estado- AM
    Título do Projeto - Produção de Eletricidade Usando Energia Solar Concentrada.

2º Colocado

  • Candidato - Roberto Nicolete.
    Estado- RO
    Título do Projeto - Estudos de viabilidade e Implantação do Programa “Mel como Instrumento de Inclusão, Transformação Social e Inovação Tecnológica para Rondônia (Projeto Adoça Rondônia)”

3º Colocado

  • Candidato - Iris Cleide Almeida Revilla.
    Estado- AM
    Título do Projeto - Centro Demonstrativo de Plantas com Potencial Econômico para Geração de Renda - Beneficiamento e Industrialização.

Categoria Empresa na Amazônia

Empresa

  • Agraciado - NUTRIZON Alimentos LTDA
    Estado- RO

Categoria Microempreendimento de Sucesso na Amazônia

Microempreendedor

  • Agraciada - Ana Maria Teixeira Serrão
    Empresa - Tudo por R$10 reais 

Estado- PA

Prêmio Samuel Benchimol

Para conhecer os projetos apoiados pelo Banco da Amazônia no período 2004-2009 clique aqui

Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismos Consciente

Conheça os ganhadores e os projetos agraciados com o Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismos Consciente.


Nome do Projeto Autor Arquivo
Produção Sustentável de Fibras Têxteis na Região do Jari Décio Ferreira de Oliveira pdf bt peq
Seleção e Aproveitamento Econômico de Espécies Vegetais Nativas da Amazônia Jean Carlos Cardoso pdf bt peq
Turismo Ecossocial, Educação Ambiental e Capacitação Kleber Augusto Bechara de Oliveira pdf bt peq
Projeto para Implementação de um Empreendimento Ecoturístico na Região Amazônica Marcelo Luiz Perini Tarachuk pdf bt peq
Biodiesel de Mamona e Dendê em Áreas Degradadas Maurício Munhoz Ferraz pdf bt peq
Projeto de Proteção Ambiental da Região Amazônica, Via Reflorestamento, Utilizando o Crédito do Mercado de Carbono Michiyuki Kemmotsu pdf bt peq
Publicações, Relatórios e Documentos

Publicações

Com o objetivo subsidiar o corpo funcional com documentos necessários ao desenvolvimento de seus trabalhos e atividades técnicas, além de atender também, a sociedade em geral, inclusive pesquisadores e estudiosos interessados, o Banco da Amazônia publica rotineiramente: a Revista Amazônia Ciência & Desenvolvimento, o Boletim Contexto Amazônico e Estudos Setoriais.

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